 Pq q a gnt sempre tem q ter medo de arriscar!? Aliás, acho que é ai que está o grande problema...as pessoas ACHAM q têm que ter medo de arriscar...talvez pq arriscar seja uma coisa ‘insegura’ d+. È sempre a velha historia de pensar q isso ou aquilo tem 50% de chance de dar errado, e nunca que tem 50% de chance de dar certo. É sempre mais fácil não arriscar, pq assim nada corre o risco de não dar errado, nada tem o risco de sair da velha, tediosa e, o q eu chamaria de, AMARGA ROTINA. Rotina só em bom quando envolve vc dizer ou ouvir um “eu te amo” sempre, ganhar um GIGANTESCO sorriso, ou ter a chance de olhar fundo nos olhos de alguém e pensar no que há lá dentro ao invés de tentar ver apenas o seu próprio reflexo ali! Pq vc axa q tem q tomar cuidado sempre? Pq sempre medir as conseqüências de tudo? Pq não arriscar? “pq pode dar errado”...mas e dái? E se dar errado? È apenas mais uma chance que vc tem de começar de novo...eu sei que ter sempre q começa d novo é um saco...mas é ai q eu pergunto...pq não RECOMEÇAR todos os dias? Se ontem foi um dia bom, hoje pode ser MUITO melhor; se ontem foi um dia ruim? Hoje pode ser SIM um dia MUITO melhor. O problema é q ver a vida passar é sempre a melhor escolha né!? Afinal...viver pra que neh?!
A gente sempre procura o caminho mais fácil pra tudo...é bem melhor ficar no comodismo de uma vidinha pacata que abrir os olhos de manhã e se obrigar a deixar seus sonhos dormindo na cama, que ir atrás deles antes que eles resolvam levantar da cama e deixar vc lá, e talvez eles resolvam deixar vc se tornar alguém como um dos ‘Ninguéns’ que existem por ai. Pq “ninguéns”? Pq são gente que busca o caminho mais fácil, são gente que segue por um caminho que um outro ALGUEM já trilhou...pq são gente que não arrisca, NUNCA...pq são gente que não faza MÍNIMA diferença!!
R.R.
;*
 "E umas das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi criadora de minha própria vida."
Clarice Lispector
E eu concordo com ela...'apesar de, se deve AMAR!'
^^
;***
 tem gnt q precisa de pouco p ser feliz...
e esse 'pouco' ai pra mim eh MUTISSIMO!
~*AMO VCS!
 Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas! E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye
vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.
É ter tempo. Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala. Tempo para bisbilhotar uma loja de discos. Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias! Tempo para uma massagem.. Tempo para ver a novela. Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza. Tempo para fazer um trabalho voluntário. Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto. Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar. Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado. Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa
caixa postal. Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acre dita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem. Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si. Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela..
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'.
(Martha Medeiros)
 "Rifa-se um coração
Rifa-se um coração quase novo.
Um coração idealista.
Um coração como poucos.
Um coração à moda antiga.
Um coração moleque que insiste
em pregar peças no seu usuário.
Rifa-se um coração que na realidade está um
pouco usado, meio calejado, muito machucado
e que teima em alimentar sonhos e, cultivar ilusões.
Um pouco inconseqüente que nunca desiste
de acreditar nas pessoas.
Um leviano e precipitado coração
que acha que Tim Maia
estava certo quando escreveu...
"...não quero dinheiro, eu quero amor sincero,
é isso que eu espero...".
Um idealista...Um verdadeiro sonhador...
Rifa-se um coração que nunca aprende.
Que não endurece, e mantém sempre viva a
esperança de ser feliz, sendo simples e natural.
Um coração insensato que comanda o racional
sendo louco o suficiente para se apaixonar.
Um furioso suicida que vive procurando
relações e emoções verdadeiras.
Rifa-se um coração que insiste em cometer
sempre os mesmos erros.
Esse coração que erra, briga, se expõe.
Perde o juízo por completo em nome
de causas e paixões.
Sai do sério e, às vezes revê suas posições
arrependido de palavras e gestos.
Este coração tantas vezes incompreendido.
Tantas vezes provocado.
Tantas vezes impulsivo.
RIFA-SE ESTE DESEQUILIBRADO EMOCIONAL QUE ABRE SORRISOS TÃO LARGOS QUE QUASE DÁ PARA ENGOLIR AS ORELHAS, MAS QUE TAMBÉM ARRANCA LÁGRIMAS FAZ MURCHAR O ROSTO.
UM CORAÇÃO PARA SER ALUGADO, OU MESMO UTILIZADO POR QUEM GOSTA DE EMOÇÕES FORTES.
UM ÓRGÃO ABESTADO INDICADO APENAS PARA QUEM QUER VIVER INTENSAMENTE,CONTRA INDICADO PARA OS QUE APENAS PRETENDEM PASSAR PELA VIDA MATANDO O TEMPO, DEFENDENDO-SE DAS EMOÇÕES.
Rifa-se um coração tão inocente
que se mostra sem armaduras
e deixa louco o seu usuário.
Um coração que quando parar de bater
ouvirá o seu usuário dizer
para São Pedro na hora da prestação de contas:
"O Senhor pode conferir. Eu fiz tudo certo,
só errei quando coloquei sentimento.
Só fiz bobagens e me dei mal
quando ouvi este louco coração de criança
que insiste em não endurecer e,
se recusa a envelhecer"
Rifa-se um coração, ou mesmo troca-se por
outro que tenha um pouco mais de juízo.
Um órgão mais fiel ao seu usuário.
Um amigo do peito que não maltrate
tanto o ser que o abriga.
Um coração que não seja tão inconseqüente.
Rifa-se um coração cego, surdo e mudo,
mas que incomoda um bocado.
Um verdadeiro caçador de aventuras que ainda
não foi adotado, provavelmente, por se recusar
a cultivar ares selvagens ou racionais,
por não querer perder o estilo.
Oferece-se um coração vadio,
sem raça, sem pedigree.
Um simples coração humano.
Um impulsivo membro de comportamento
até meio ultrapassado.
Um modelo cheio de defeitos que,
mesmo estando fora do mercado,
faz questão de não se modernizar,
mas vez por outra,
constrange o corpo que o domina.
Um velho coração que convence
seu usuário a publicar seus segredos
e a ter a petulância de se aventurar como poeta"
Clarice Lispector
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