 Tudo teve início em Los Angeles, por volta de 1981, quando Greg Graffin (vocalista), Bret Gurewitz (guitarrista), Jay Bentley (baixista) e Jay Ziskrout (baterista), gravaram o EP “Bad Religion”.
Considerada uma das mais importantes bandas do movimento Punk, o Bad Religion tem consciência de sua grandiosidade junto aos jovens. Por isso mesmo, o grupo escreve letras fundamentadas, sem agressões gratuitas ao governo e se preocupando com a real melhoria da sociedade onde vivem, deixando de lado o discurso vazio que consagrou muitas bandas que faziam o mesmo tipo de música.
Com algumas mudanças no Line Up o Bad Religion está firme e forte até hoje na estrada!
RAGE AGAINST THE MACHINE - Uma das bandas que tive a sorte e orgulho de ter visto ao vivo e a cores em 1995 em baixo de uma tempestade de chuva, gelo, e um furacão que passava a apenas alguns kilometros de distancia do local ( local aberto ) do show, resumindo... eu literalemnte assisti um show do RATM com decoração, temperatura, cenários a carater da banda!!
RATM surgiu em 1991 e sem duvidas nenhuma uma foi das melhores banda que ja existiu no mundo do rock, inspirando varias bandas atuais a fazerem oque fazem hoje!! Hoje em dia, a música feita nos Estados Unidos sempre foi muito criticada pelo resto do mundo. O país tornou-se uma fábrica de "boys-band" e de outros grupos que se mantém apenas pela imagem, fazendo um som de baixíssima qualidade. Oque não foi o caso desses caras!!
O RATM conta com hits como: " Killing In the Name ", " Freedom " e " Bullet In The Head " que foram o grande destaque do disco e atraíram a atenção da mídia. Tiveram grande repercussão com o episódio ocorrido em 1993, na Filadélfia, no festival " Lolapalloza ", onde subiram ao palco com uma fita adesiva na boca, protestando contra uma organização americana que era a favor da censura nas músicas.
O segundo disco já estava sendo muito aguardado e foi somente em 1996 que "Evil Empire" chegou. "Bulls on Parade" e "People of the Sun" fizeram do RATM uma banda conhecida no mundo todo. As letras continuavam ácidas como no primeiro álbum e os vídeos não ficavam atrás, trazendo mensagens de protesto, cenas da guerrilha e do líder Che Guevara.
Três anos depois, foi lançado "The Battle Of Los Angeles". A tônica do álbum era a mesma do começo de carreira, e como se isso não bastasse para as pessoas tornarem-se fãs do Rage, o som do grupo também mostrava-se muito original. A mistura Rock-Hardcore-Hip Hop, com vocais agressivos e solos de guitarra inusitados, provam que eles tem tanta competência para escrever quanto para tocar.
Porém, uma triste notícia pegaria todos de surpresa: O vocalista Zack de la Rocha afirmou que estaria deixando o grupo. Os motivos de sua saída, segundo ele, foram as divergências políticas e artísticas com os outros integrantes. As duas partes, no entanto, já seguem seus caminhos: Zack saiu em carreira solo, enquanto que seus antigos companheiros formaram o Audioslave junto com o vocalista Chris Cornell, ex-Soundgarden, atingindo grande sucesso.
Como uma despedida para o público, a gravadora soltou em 2000 o álbum "Renegades", o último do RATM. O track list do disco é composto de covers de artistas consagrados como Bob Dylan, Bruce Springsteen e Rolling Stones.
Peço desculpas aos meus parceiros de atualizações pela descrição do show, mas como esse show e o do Sex Pistols foram 2 dos shows que mais marcaram minha vida, não resisti e tive que contar o episódio.
 System Of A Down
Serj Tankian nos vocais (e teclados)!
Daron Malakian na guitarra (e segundo vocalista)
Shavo Odadjian no baixo
John Dolmayan na bateria
Banda moderna, da era da MTV, onde o som se mistura ao visual, e dessa sopa se faz um caldeirão de idéias esquisitas, inovadoras, espantosas, com uns barulhinhos eventualmente confundidos com algum defeito no disco ou no aparelho de som.
Um grande mistério é o nome: Por que System of a Down, Tankian? "Vem de um poema do nosso guitarrista, Daron, chamado Victims Of A Down", explica Serj. "Ele trouxe-nos o poema, e System foi escolhido como uma palavra melhor e mais forte. O nome da banda significa um buraco cheio de gente que não é nada mais nada menos que a nossa sociedade."
Resumo da ópera: banda realmente criativa e inovadora, só de dez em dez anos. Um grupo que vale a pena conhecer, e que trabalha também algo que anda meio perdido no mundo do rock, hoje: contestação, preocupação social, de forma bem feita, não como mero repetidor de tendências já um tanto ultrapassadas. Metal, punk, melódica, cênica, política, sarrista. Issu é System Of A Down!
Concebido em 1988, como uma banda de garagem/punk, o Sublime alcançou a fama graças à explosão punk californiana liderada pelo Greenday e The Offspring na metade dos anos 90. formado em Long Beach por Brad Nowell nos vocais e guitarra, Eric Wilson no baixo e Bud Gaugh na bateria, o Sublime demorou quatro anos para gravar seu primeiro álbum. Durante este período, excursionou inúmeras vezes pelo estado, cultivando uma legião de fãs, em sua maioria adeptos do surf e skate.
Em 1992 o grupo lançou 40 Oz. To Freedom pela Skunk Records – um selo formado por Nowell e o empresário da banda Miguel – que era vendido em seus shows, mas o quadro começou a melhorar quando as rádios passaram a tocar a canção “Date Rape”, em 1994. Com esta exposição, o Sublime conseguiu um contrato com a MCA, gravando no mesmo ano Robbin’ The Hood, em que o grupo experimentava ainda mais sua fórmula que misturava punk, ska e reggae.
Em 25 de maio de 1996, Nowell foi encontrado morto por overdose de heroína em um quarto de hotel - dois meses antes do lançamento do álbum Sublime, que se tornou o maior sucesso da banda, graças aos hits “What I Got” e “Santeria”.
Aproveitando a fama do Sublime, uma série de compilações foi produzida após a morte de Nowell, como Second Hand Smoke (1997), Live: Stand By Your Van (1998) e Acoustic: Bradley Nowell And Friends (1998).
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